Profissional necessita agir de forma estratégica para antecipar
problemas e soluções e assim facilitar a vida de quem está sendo
assessorado
Conhecer a empresa, ter competência em
comunicação oral e escrita e alta capacidade de organização são algumas
das características de um secretário. Mas não é só. Com a crescente
importância da atividade, é preciso buscar um curso de formação para
seguir na carreira,
seja técnico ou superior. “Os cursos são muito importantes, pois levam
os profissionais a atender ações e habilidades exigidas pelo mercado”,
afirma o consultor organizacional Abraham Shapiro.
Ele afirma que
o curso técnico insere o profissional no mundo prático da profissão e o
curso superior, com maior aprofundamento, explora a comunicação
bilíngüe. “A função de secretário é estratégica e necessita de
experiência e formação”, diz.
De acordo com a Federação Nacional
das Secretárias e Secretários (Fenassec), o país tem cerca de 2 milhões
de profissionais (50 mil no Paraná). Em 2001, o jornal inglês The
Guardian considerou os secretários brasileiros como os mais bem
preparados do mundo. “Os cursos situam muito bem o profissional,
disciplinando-o de modo ético e técnico, com padrões superiores de
qualidade”, observa Shapiro.
A coordenadora do curso técnico em
secretariado do Colégio Estadual Vicente Rijo, Cassilda França Montesso,
explica que o curso foi criado em 2004 devido à necessidade do mercado
de trabalho e já formou cerca de 500 pessoas. “A gente ouve falar que
sempre tem emprego,
mas falta qualificação e o mercado exige formação”, diz. Segundo ela, o
curso é uma oportunidade para pessoas que não têm condições de pagar
uma escola particular.
A coordenadora do curso de secretariado
executivo da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Neusa Maria
Orthmeyer Massarutti, explica que o ensino superior prepara o
profissional para ser uma pessoa que facilita o trabalho do chefe. “Ele
não é preparado para ter um comportamento gerencial, mas para antecipar
situações em que o gerente precisa atuar. Quem toma a decisão é o
gerente, mas o profissional de secretariado adianta informações que o
chefe precisa saber”, afirma.
Segundo Neusa Maria, os secretários
atuam para facilitar a vida de quem está sendo assessorado.
“Antigamente, o profissional anotava o que o gerente queria redigir.
Hoje o secretário é quem redige e o chefe apenas confirma ou faz
alterações. Se o gerente souber aproveitar, o secretário pode facilitar a
vida dele.”
mais informaçoes
http://profissaoatitude.blogspot.com.br/2008/03/secretariado-executivo-profisso-cresce.htm
Mostrando postagens com marcador Jhenifer Silva /Grupo 3. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
curiosidades sobre a profissao de secretaria
Para ser secretária: “A pessoa interessada em se tornar uma secretária executiva deve começar pela formação em algum curso na área de humanas, de preferência Secretariado Executivo ou Letras. É importante a complementação com cursos de pós-graduação, além de cursos de idiomas. Aliás, isso é fundamental!”
Perfil: deve ser muito responsável, discreta, organizada, ética, paciente, gostar de ler e ter cultura. E, é claro, ter jogo de cintura!
Carreira: as possibilidades nesta área são grandes, afinal, todos os gestores necessitam de uma secretária para auxiliá-los. Quanto mais conhecimento e boa formação, mais oportunidades de trabalho.
Rotina: a rotina básica de uma secretária inclui a organização da agenda de compromissos do gestor, organização de viagens, atendimento a clientes, organização da mesa... Além disso,
muitas vezes também é de responsabilidade dela os assuntos pessoais dos chefes, que variam muito. “Mas que fique claro, secretária executiva não é babá de chefe!”, diz.
Grana: no início da carreira uma secretária que possua pelo menos fluência em uma língua estrangeira pode ganhar R$ 2 mil. Já uma secretária sênior, que atue junto ao presidente
de uma grande organização, pode ganhar entre R$ 15 mil e R$ 20 mil.
mais informaçoes
http://atrevida.uol.com.br/arrasa/na-escola/secretaria-executiva-saiba-um-pouco-mais-sobre-a-profissao/3726
jhenifer da silva sammartino/grupo 3
Para ser secretária: “A pessoa interessada em se tornar uma secretária executiva deve começar pela formação em algum curso na área de humanas, de preferência Secretariado Executivo ou Letras. É importante a complementação com cursos de pós-graduação, além de cursos de idiomas. Aliás, isso é fundamental!”
Perfil: deve ser muito responsável, discreta, organizada, ética, paciente, gostar de ler e ter cultura. E, é claro, ter jogo de cintura!
Carreira: as possibilidades nesta área são grandes, afinal, todos os gestores necessitam de uma secretária para auxiliá-los. Quanto mais conhecimento e boa formação, mais oportunidades de trabalho.
Rotina: a rotina básica de uma secretária inclui a organização da agenda de compromissos do gestor, organização de viagens, atendimento a clientes, organização da mesa... Além disso,
muitas vezes também é de responsabilidade dela os assuntos pessoais dos chefes, que variam muito. “Mas que fique claro, secretária executiva não é babá de chefe!”, diz.
Grana: no início da carreira uma secretária que possua pelo menos fluência em uma língua estrangeira pode ganhar R$ 2 mil. Já uma secretária sênior, que atue junto ao presidente
de uma grande organização, pode ganhar entre R$ 15 mil e R$ 20 mil.
mais informaçoes
http://atrevida.uol.com.br/arrasa/na-escola/secretaria-executiva-saiba-um-pouco-mais-sobre-a-profissao/3726
jhenifer da silva sammartino/grupo 3
domingo, 28 de abril de 2013
A origem de nossa profissao
História e origem da profissão de Secretária
Os primeiros registros da profissão de secretária datam dos tempos dos faraós, quando era exercida pelo sexo masculino, na figura dos escribas.Com a Revolução Industrial, volta a aparecer a função de secretário e, após as duas guerras mundiais, por falta de mão-de-obra masculina, houve o surgimento da figura feminina bastante atuante na área, na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, a mulher surge como secretária na década de 50. Nessa mesma época, houve a implantação de cursos voltados para a área como, por exemplo, datilografia e técnico em secretariado.
O trabalho da secretária mudou muito com o decorrer do tempo. Se antes precisava ser uma exímia datilógrafa e fazer exatamente o que o chefe pedia, hoje ela assume uma posição mais independente, tomando decisões e peneirando o que deve ou não chegar às mãos da chefia. A datilografia e a taquigrafia foram deixadas para trás e substituídas pelas novas tecnologias.
Outro aspecto que também mudou foi a clássica divisão entre secretária júnior (iniciante), plena (meio de carreira) e sênior (executiva). Algumas empresas podem até usar as denominações, mas a verdade é que atualmente mesmo uma simples estagiária já pega um volume de trabalho compatível com o de uma profissional.
A moderna secretária é praticamente uma assessora da presidência ou diretoria para a qual trabalha. Além de gerenciar a qualidade das atividades que desenvolve na empresa, também administra a vida e a agenda particular dos executivos. Trata-se, portanto, de uma tarefa de extrema confiança, que exige discrição absoluta.
Diante disso, as palavras que poderíamos apontar como cruciais na rotina diária de uma secretária seriam: postura, discernimento e jogo de cintura.
Nas décadas de 60 e 70 houve a expansão da profissão, mas somente a partir dos anos 80 a categoria conseguiu, por meio de muita luta, a regulamentação da profissão, com a assinatura da lei nº 7.377, de 30/09/1985.
Com a regulamentação a classe ganhou força, surgindo os sindicatos das secretárias.
Em 1988 foi criada a Fenassec - Federação Nacional de Secretárias e Secretários em Curitiba, Paraná.
Em 7 de julho de 1989 é publicado o Código de Ética Profissional, criado pela União dos Sindicatos.
mais informaçoes vejam o site http://www.metodista.br/secretariado/curso/historia-e-origem-da-profissao-secretaria
Jhenifer da Silva Sammartino/GRupo 3
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Reuniao /Sobre o profissional de secretariado
Terceiro encontro da ASSECA recomenda união entre profissionais de secretariado
Luena – Os
participantes ao terceiro encontro de profissionais de secretariado
“ASSECA” da região Centro – Nordeste do país, realizado de 23 a 26 do
mês em curso, no Luena, recomendaram maior união entre os profissionais
de secretariado a nível nacional.
Realizada
sob o lema “Competência, habilidade e atitude”, a reunião recomendou
igualmente a necessidade de haver mais organização interna nas
delegações provinciais da ASSECA, para contribuir na concretização da
intenção sobre a expansão dos cursos básicos, médios e superiores e
secretariado administrativo em todo o país.
O
reconhecimento da profissão, a instituição da carteira do secretariado e
o enquadramento da secretária no quadro orgânico nacional são, entre
outras, preocupações levantadas pelas secretárias no encontro e que
pretendem ver resolvidas.
A
falta de profissionalização da função de secretária, a dificuldade de
reconversão após formação básica, média e superior em bacharelato e
secretariado administrativo são outras apreciações saídas do encontro.
Em
três dias, os participantes abordaram temas ligados à ética,
deontologia e sigilo profissional, gestão e administração de
escritórios, auto maquilhagem, etiqueta, indumentária e nobreza da
profissão de secretariado.
Durante
o encontro, as secretárias das províncias do Bié, Malanje, Lunda Norte,
Lunda Sul e Moxico (anfitriã) realizaram uma mesa redonda, na qual
destacaram a evolução por métodos e técnicas de pesquisa em
secretariado, desafios de investigações na área, definição de linhas de
pesquisa norteadoras, a auto maquilhagem, etiqueta, indumentária e
nobreza da profissão.
Orientada
pela sua presidente, Lanvu Amélia Anael, a reunião visou despertar a
atenção do Governo, através do Ministério da Administração Pública,
Trabalho e Segurança Social, para reconhecer esta actividade como uma
profissão.
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